Oração diária pela Paz no Mundo

Queridas pessoas, nunca tivemos tanta insegurança no dia a dia, um mundo tão sofrido pela opressão de tantos governos, por tantos vícios, crimes, corrupção, violência, abuso e medo pelo futuro de nossos jovens.

Eis uma ideia sensacional e extraordinária:

Durante a Segunda Guerra Mundial, um conselheiro do Primeiro Ministro Winston Churchill organizou um grupo de pessoas para que, a uma hora determinada, todas as noites, parassem o que estivessem fazendo para orar de forma coletiva pela paz, pela segurança e pelas pessoas na Inglaterra.

Assim fizeram todos os dias, e era como se a cidade ficasse em suspenso, tal era o poder da oração. Teve um efeito tão assombroso que, em pouco tempo, cessaram os bombardeios!!

*Estamos agora nos organizando de novo, um grupo de pessoas de diferentes nacionalidades*, para orar durante um minuto pela segurança de nossos países, para o fim dos problemas que nos oprimem e angustiam e para que Deus guie as decisões de nossos governantes.

Vamos nos encontrar nos seguintes horários:

 

Brasil 18 h

Espanha 16:00 h

Ilhas Canárias 15:00 h

Costa Rica 20 h

Colômbia 19 h

Nicarágua 20 h

Equador 19 h

Guatemala 20 h

México 20 h

Panamá 19 h

Honduras 18 h

El Salvador 20 h

Venezuela 18 h

Uruguai 17 h

Paraguai 17 h

Argentina 17 h

Chile 17 h

 

Pedimos que se unam a esta campanha. Vamos nos deter por um minuto todos os dias, no horário indicado, e pedir pela paz no mundo, para que terminem os conflitos e se restabeleça a tranquilidade a todas as nações do mundo e para que as famílias busquem em Deus sua segurança e salvação.

Se entendêssemos o enorme poder da oração ficaríamos assombrados!!!

Se puder compartilhar com seus contatos, podemos conseguir um milagre com nossa oração.

Coloque o alarme do seu celular para todos os dias 18:00 orar 1 minuto pela paz 🙏


SEMANA SANTA – SEMANA MAIOR

Após as cinco semanas da Quaresma, a Liturgia nos convida a celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus. Em muitos templos, ainda hoje, as imagens são cobertas com pano roxo para que as atenções se voltem exclusivamente para os momentos de vida daquele que se encarnou em nossa realidade humana para fazer acontecer a Reconciliação da humanidade com Deus e de Deus com a humanidade. Jesus de Nazaré, o Filho de Deus, é o Pontífice que realizou a Promessa do Pai: “obediente até a morte, e morte de cruz”.

Dia 25 de março – 9h30 – Praça ao final de Av. João Erbolato

As cerimônias se iniciam com a lembrança da Entrada de Jesus em Jerusalém. O povo recolhe palmas e ramos de oliveira, coloca suas vestes no chão e aclamam “Aquele que vem em Nome do Senhor”. Ele vem montado em um burrinho, acompanhado dos apóstolos.

Na paróquia, após a bênção dos Ramos, na praça, a procissão segue até o templo, com os adultos, crianças e jovens da catequese. Durante a caminhada, são feitas as leituras da missa. A entrada no templo é solene: todos agitam seus ramos e se preparam para a Leitura da Paixão.

Dia 27 de março – 19h45 – Rito Penitencial realizado no Templo

Com o Templo pouco iluminado, o povo se reúne para se preparar espiritualmente para o Tríduo Pascal, participando do Sacramento da Penitência. Um momento de reflexão sobre as atitudes de vida, à luz do evangelho. Silêncio, exame de consciência, arrependimento dos pecados, ações e omissões, fazem parte do rito. É o Senhor que estende a sua mão para acolher, perdoar, abraçar, como fez ao filho pródigo, à ovelha perdida.

Dia 28 de março – 19h45 – Via Sacra no Templo

O caminho da cruz foi muito doloroso para Jesus, depois de uma noite de tortura e sofrimento. Precisa ser meditado. O povo se reúne no templo para fazer o caminho sagrado da cruz: meditar nos sofrimentos de Jesus e, perceber, ao mesmo tempo, como a Paixão de Jesus continua no sofrimento dos migrantes, refugiados, vítimas de guerras, moradores de rua, enfermos, idosos, crianças sem família… O Caminho da cruz é o caminho de todos nós que, de páscoa em páscoa, chegamos à Páscoa definitiva onde o Senhor nos espera.

Dia 29 de março – 19h45 – Missa da Ceia e do Lava pés

Antes de iniciar a paixão, Jesus reúne os discípulos no Cenáculo para celebrar a Páscoa, recordando a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, “passando” pelo Mar Vermelho (Ex 12). Durante a Ceia, Ele lava os pés dos discípulos, institui a Eucaristia e o Sacerdócio, e anuncia o Novo Mandamento. Em espírito de alegria, o povo acompanha a Missa e a cerimônia do lava pés que acontece após o evangelho.

Dia 30 de março – Adoração – das 7h00 às 14h30

Jesus é preso e levado para Tribunal: Caifás, Pilatos, Herodes. Uma tarde e uma noite de interrogatórios, tortura e sofrimento, num julgamento injusto e mal conduzido. Em pequenos grupos, o povo se reúne na Capela, especialmente preparada no Salão Social, para a Adoração. Alguns textos, com orações e músicas, são oferecidos para que o povo ore e medite comunitariamente.

Dia 30 de março – 15h00 – Celebração da Morte de Jesus

O caminho da cruz termina fora dos muros, no Monte Calvário, Gólgota ou Monte da Caveira. Jesus é pregado na Cruz e pronuncia sete palavras até o momento final: ”Tudo está consumado… Em tuas mãos entrego o meu espírito”. Não há missa. A liturgia é conduzida num clima de silêncio, leitura da Paixão, oração pelo povo, adoração da cruz e comunhão eucarística. À noite, 18h30, Via Sacra pelas ruas do bairro como gesto penitencial e testemunho da fé.

Dia 31 de março – 19h00 – Vigília Pascal

Sepultado antes do pôr do sol, num túmulo cedido por José de Arimateia, na sexta feira, o corpo de Jesus aí permanece. O sábado é dominado por completo silêncio. Na madrugada do domingo, 1º. dia da semana, rolam as pedras do sepulcro e Jesus ressuscita. A ressurreição do Senhor é celebrada na noite de sábado com toda solenidade: bênção do fogo novo, precônio pascal, leituras bíblicas, bênção da água, renovação das promessas do batismo, anúncio da ressurreição com o canto Glória e Aleluia, seguindo-se a eucaristia.

Dia 1º. De abril – Missas às 11h00 e 19h00

Jesus Ressuscitou. Aleluia! A Vida venceu a morte. Os cristãos são chamados a uma vida nova, que vence a morte, as dúvidas, o medo e os vazios da existência. Estamos todos como o discípulo Pedro, em processo de busca e encontro do Ressuscitado; somos todos como Madalena e o João, o discípulo amado: cremos à medida que amamos e conduzimos outros a essa mesma experiência. A morte e ressurreição são mistérios vividos hoje, neste mundo. Não são realidades para depois: morrer para o modo de vida que não é o de Jesus e orientar a vida para o alto.


Dia de Oração na Canção Nova

Dia 19 de outubro, quinta feira a Paróquia Cristo Rei fará uma visita à Canção Nova para participar de um Dia de Oração, Lazer, Palestra, Música, meditação e Celebração da Eucaristia. Sairemos às 04h00 – isso mesmo! – e estaremos de volta, em casa, pelas 19h30. Valor da passagem R$ 80,00. Faça sua inscrição quanto antes, na secretaria da Igreja porque são apenas 44 lugares. Não deixe para a última hora. LEVE SEU PAGAMENTO E anote seu RG na INSCRIÇÃO PARA A VIAGEM.  Milhares de pessoas costumam acompanhar a programação da Canção Nova pelo rádio, Internet e TV. São comuns também os acampamentos de jovens e adultos que vão buscar reflexão e oração para a vida pessoal e em grupo. 


Temática do 26o. Domingo TC

26º DOMINGO DO TEMPO COMUM  = Tema 

 Sim ou não: assim é o cotidiano de nossa vida. Ela é feita de tomada de decisões. Quem é bom pode deixar o caminho do Bem. Quem é perverso pode abandonar a vereda do mal. Por isso, Deus presente sempre chama e convida. As palavras preciosas de Jesus servem também para nós: “João veio a vós no caminho da justiça e não crestes nele… Nem mesmo fostes tocado pelo arrependimento… “.

 


Assembleia sobre Iniciação Cristã

NESSA ASSEMBLEIA ARQUIDIOCESANA que acontece nos dias 30 de setembro e 07 de outubro, 2017,
É PRECISO INSISTIR EM ALGUMAS IDEIAS FUNDAMENTAIS:

1. É preciso abandonar as estruturas caducas que não favoreçam a transmissão da fé e descobrir novas formas de reunir as pessoas de modo que possam se acolher, conhecer e partilhar a vida.
2. É preciso criar Equipes de Pastoral que respondam ao Projeto “Igreja em saída”, abandonando uma pastoral de conservação, que sempre planeja as mesmas atividades de maneira repetitiva, baseada apenas em cursos, sem reflexão, sem pensar na missão.
3. É preciso criar Comissões de Pastoral, especialmente de catequese e liturgia, que estejam voltadas para o serviço das Paróquias, promovendo cursos e encontros de formação em paróquias ou foranias, deixando de lado a excessiva preocupação em criar estruturas, como Comissões diocesanas com representantes de foranias e, reuniões que nada produzem de concreto, e nem se prestam a formar o “discípulo missionário”, pelo tempo insuficiente que é utilizado para a reunião e/ou encontro de Forania.
4. A Arquidiocese precisa se preparar para implantar esse projeto de uma “Igreja, Casa de Iniciação Cristã”, tendo assessores e Comissões de Pastoral que estejam presentes em paróquias ou grupos de paróquias para dar formação.

Estes pensamentos não têm a presunção de criticar, julgar ou avaliar a pastoral da Igreja de Campinas
Mas apenas ser sugestão para o encaminhamento de um Projeto que supõe mudança de mentalidade,
consciência de Igreja, unidade pastoral, assessoria e acompanhamento constante da de assessores da Arquidiocese.

Algumas ideias sobre o tema já foram apresentadas em meu livro “Paróquia Ontem e Hoje, Conversão das Estruturas”,
publicado para estudo da Paróquia Cristo Rei, em julho de 2013
o qual trata também da Iniciação Cristã.

Ass. Padre Magalhães, pároco.


24o. Domingo – O Perdão

Pedro faz uma sugestão ao Senhor: “Se meu irmão pecar contra mim, devo perdoar até sete vezes?” Jesus eleva ao máximo: “Não, Pedro, é até setenta vezes sete”. Essa história tem origem no Antigo Testamento. Um dos descendentes de Caim, chamado Lamec, havia dito para as suas duas mulheres: “Se a vingança de Caim valia 7, a de Lamec valerá 77” (Gen 4,24). Vejam a utilização do número 7. Jesus então propõe uma mudança de atitude afirmando que era preciso dar um passo adiante: Ao invés de usar de vingança era preciso usar o perdão. Só o perdão é capaz de construir um mundo fraterno, pacífico e amoroso. “Eu não vim para destruir a lei, vim para aperfeiçoá-la”. E para se explicar melhor conta uma parábola: um funcionário devia uma “enorme fortuna” ao seu patrão; como não tinha como pagá-la, suplicou de joelhos e foi perdoado. Mas quando este saiu e foi cobrar a dívida, de cem moedas apenas, de seu amigo, mesmo ouvindo as suas súplicas não foi capaz de perdoar. Quando o patrão ficou sabendo do caso, chamou-o e o colocou na prisão. Esse Patrão é o Deus Pai que perdoou enorme dívida de todos nós, enquanto, nós, não somos capazes de perdoar pequenas ofensas de nossos irmãos. Qual será nossa atitude diante das ofensas: fazemos como Lamec, e queremos vingança, ou procuramos amar e perdoar as ofensas? A prisão é esse estado de tristeza, mágoa e tortura interior por alimentar o espírito de vingança e de maldade. Violência gera violência. Jesus já falou para Pedro, no Jardim das Oliveiras: “Guarda a tua espada, pois, quem mata pela espada, pela espada morrerá. Violência gera violência. Quando você receber alguma ofensa lembre-se de Deus que já lhe perdoou enorme dívida, e seja capaz de perdoar as “dívidas” de seu irmão”. “Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.


Encontro de Noivos

Você está se preparando para o Casamento??? Quanto antes fizer a sua preparação melhor. Você que é católico sabe que é necessária essa participação. Não é “Curso” de Noivos, como dizem, é um Encontro de Noivos com casais da Equipe de Nossa Senhora que partilham juntos alguns temas importantíssimos para serem refletidos antes de assumir o compromisso com Cristo, na Igreja, entre Vocês. NA PARÓQUIA CRISTO REI, teremos os Encontros na sexta feira, 22 de setembro, 19h00, e sábado, 23, a partir das 13h30. VOCÊ IRÁ GOSTAR porque se trata de um bate papa gostoso e enriquecedor para quem realmente deseja começar bem a vida matrimonial. E LEMBRE-SE: casamento não é apenas satisfação pessoal, vontade de ter família, é um CAMINHO para ser FELIZ vivendo a “espiritualidade conjugal”. Venha aqui na PARÓQUIA CRISTO REI e você saberá os detalhes. Telefone 55.19.3242.0500


Temática do 24o. Domingo

A Liturgia deste 24o. Domingo do Tempo Comum nos avisa: Só o perdão põe fim à violência. Deus nos perdoou primeiro. O mal deve ser vencido com a bondade ilimitada: setenta vezes sete. O “mundo” considera que perdoar é próprio dos fracos, dos vencidos, dos que desistem de impor a sua personalidade e a sua visão do mundo. Deus considera que perdoar é próprio dos fortes, dos que sabem o que é verdadeiramente importante, dos que estão dispostos a renunciar ao seu orgulho e auto-suficiência para apostar num mundo novo, marcado por relações novas e verdadeiras entre os homens. Na verdade, a lógica do mundo só tem aumentado a espiral de violência, de injustiça, de morte. Mas, para você o que significa perdoar? Quantas vezes você perdoa? Estamos empenhados em construir pontes ou muros entre as pessoas?


Preparando a Assembleia Diocesana

A Arquidiocese de Campinas propõe o tema da Iniciação Cristã para a Assembleia Arquidiocesana. A CNBB debruçou-se sobre a questão da Iniciação Cristã como tema de reflexão e análise no sentido da formação de verdadeiros discípulos missionários, conforme orienta o Documento de Aparecida. “Trata-se de buscar um itinerário de formação que venha ajudar a fazer com que nossa catequese se oriente não apenas para uma preparação imediata aos sacramento, mas para a vivência do seguimento de Jesus, através da vida de comunidade… Essa tarefa da Iniciação Cristã não se restringe aos catequistas, mas a toda a comunidade”. Preparando a referida Assembleia, a Paróquia Cristo Rei, Campinas, refletiu sobre as questões propostas e apresentou o seguinte resultado que será apresentado na Pré-assembleia, na Forania, no dia 12 de setembro..

1.Quais os grandes desafios/dificuldades que a Igreja encontra hoje para a Transmissão da Fé?

1-. Falta de envolvimento dos pais
2-. Falta de formação e capacitação dos agentes de pastoral
3-. Falta de disponibilidade de tempo
4-. O próprio formato e estratégia para a Transmissão da Fé.
5-. Falta de outros momentos de reflexão, além da missa
6-. O não–uso da tecnologia e ausência desses recursos na catequese
7-. Visão e cultura popular superficial e errônea dos sacramentos
8-. Falta de sintonia e/ou Pastoral de Conjunto entre as Pastorais
9-. Falta de vivência comunitária dos cristãos

2.Selecionar três (3) desafios considerados os mais relevantes no sentido de impedirem a ação pastoral, a transmissão da fé.

1-. Falta de formação e capacitação dos agentes de pastoral –
2-. Formato e estratégias de transmissão da fé não estimulantes –
3-. Ausência de espírito e de sentido de comunidade –

3.Apontar as causas dos três desafios indicados que precisam de atenção.

1-. Falta de formação e capacitação dos agentes de pastoral – agentes contentam-se com a forma tradicional do “ensino”, ao invés de buscar novos recursos, estratégias e orientações pedagógicas e metodológicas. O Catequista tem sido um professor que sabe, e ensina quem não sabe. Ele precisa ser um facilitador dos processos de evolução da religiosidade pessoal. A Formação Permanente não ajuda o Catequista a se desenvolver nas três dimensões: o ser (amadurecimento pessoal), o saber (conhecimento da mensagem e do destinatário) e o saber fazer (adequada pedagogia da fé).

2-. Formato e estratégias não estimulantes – agentes usam linguagem inadequada, não exploram os recursos da tecnologia, não levam em conta o seu destinatário, no contexto social em que vive, mas se restringem a apresentar um conjunto de doutrinas e normas morais para “saber” – impedindo que o ouvinte possa “saborear”. O Catequista não usa uma adequada pedagogia da fé, fiel à mensagem e à pessoa.

3-. Ausência de espírito e de sentido de comunidade – o planejamento pastoral não tenta superar o individualismo do mundo moderno para entender a pastoral como um todo. Não busca superar a separatividade que entende o mundo, a sociedade e as pessoas, divididas e separadas em departamentos estanques. O modelo de paróquia, hoje, é uma instituição inadequada para os nossos tempos de urbanização crescente e de secularização. A meta do planejamento deve ser a comunidade: é na comunidade que o cristão vive, aprofunda e celebra sua fé, e responde ao chamado de Cristo de ir para o mundo para anunciá-lo e testemunhá-lo. A fé não é mais fruto da herança familiar, mas conseqüência de convicções construídas a partir da vivência em comunidade. Criou-se um cultura católica de apenas freqüentar a Igreja, receber seus benefícios e usá-la para receber os sacramentos.


Pecado de omissão

As leituras do 23o. Domingo do Tempo Comum nos convidam a um olhar sobra a Obra de Misericórdia: “A correção fraterna”. Quer nos chamar a atenção sobre a nossa responsabilidade sobre os outros. Eis uma tarefa difícil de cumprir. Em se tratando de olhar os defeitos dos outros é mais fácil condenar, criticar, humilhar, fofocar, ser indiferente. Não se trata de se importar com a vida dos outros, mas, viver a fraternidade e não permitir que ninguém se perca. Corrigir os outros é um imperativo. O Senhor diz ao Profeta Ezequiel: “Logo que ouvires a minha palavra… tu deves advertir em meu nome” (Ez 33,7). E Jesus confira isso ao dizer “Se teu irmão pecar contra ti, vai…” (Mt 18,15). Não é uma sugestão, é uma ordem. O Senhor nos pede para ter sensibilidade em relação aos erros de nossos irmãos, e não se omitir nunca.E Ele nos dá uma regrinha de ouro: “vai corrigir teu irmão em particular… diante de duas ou três testemunhas… na comunidade Igreja”. Somos responsáveis por nós mesmos e por aqueles que nos rodeiam. Ninguém pode ficar indiferente diante daquilo que ameaça a vida e a felicidade de um irmão. Seremos cobrados ao final da vida. A correção Fraterna é uma Obra de Misericórdia. Fiquemos atentos aos ensinamentos de Jesus para pôr em prática.