Suspensão das missas presenciais

A participação presencial da Comunidade nas missas previstas para sábado e domingo estão suspensas, tendo em vista os números crescentes de casos de COVID-19 e de mortes causadas por essa doença em Campinas, nos últimos dias.

Manteremos a Santa Missa de domingo, às 10h, somente virtual, com a transmissão feita via Facebook.

Quando a situação permitir o retorno das celebrações presenciais, comunicaremos a todos.


Corpus Christi

Na quinta-feira, 11 de junho, vamos celebrar a “presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho”.  A missa será celebrada pelo Padre João Passadore, às 10h , e transmitida na página da Paróquia no facebook.

https://www.facebook.com/paroquiacristoreicampinas/

 


Carta de Dom João Inácio Müller aos presbíteros

Prezados Irmãos no Presbitério, paz e bênção.

Estamos vivendo tempos difíceis. Contudo, o Ressuscitado está no meio de nós. Por isso, e assim, sempre é tempo da graça do Senhor.Estamos com nossas igrejas (edifícios) fechadas, vivendo este tempo do distanciamento social. Nosso trabalho pastoral torna-se difícil, bem como a manutenção de nossas estruturas. Isto, porém, estamos administrando pela solidariedade nas Foranias, zelo de nossos Forâneos e acompanhamento do Ecônomo da Arquidiocese, comigo e com o Vigário Geral. Percebo que ninguém de nós está no imobilismo. São muitas as iniciativas em nossa Arquidiocese. Neste sentido, é louvável como estamos respondendo aos desafios atuais!

Neste período em que o contato presencial com nosso povo está reduzido e se faz impossível, mas não a vida de Fé. Aqui, a forma de agir da Igreja requer discernimento e unidade entre nós. Desta forma, nem todo tipo de iniciativa é válido. Precisamos considerar a doutrina de nossa Igreja.

Diante de fatos ocorridos e programados, fui questionado quanto à distribuição da Eucaristia, após acompanhar a Santa Missa, transmitida por algum meio de comunicação. Apresento, aqui, dentre as várias, uma normativa, da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, dada pela Instrução RedemptionisSacramentum, como segue:

Na celebração da santa missa não é lícito separar uma parte da outra, celebrando-as em tempos e lugares diferentes. Além disso, não é permitido realizar seções da santa missa em momentos diferentes, inclusive num mesmo dia”(n. 60).

Ja encíclica Ecclesia De Eucharistia, de S. João Paulo II, diz:

O mistério Eucarístico – sacrifício, presença, banquete – não permite reduções nem instrumentalizações; há de ser vivido na sua integridade, quer na celebração, quer no colóquio íntimo com Jesus acabado de receber na comunhão” (n. 61).

É louvável a intenção pastoral de oferecer sacramentalmente a Eucaristia. Porém, neste momento, é oportuno e necessário levar os fiéis à reflexão acerca de outras formas reais da presença de Cristo junto a seu povo, como a Igreja ensina. Neste período, podemos e devemos orientar, inclusive, sobre a comunhão espiritual, até que seja possível a participação presencial nas celebrações eucarísticas. Segundo S. Tomás de Aquino, a realidade do Sacramento pode ser obtida mesmo antes da recepção ritual do mesmo Sacramento, somente pelo fato de se desejar recebê-lo (cf. S. T, III, q. 80, a, 4).

Neste sentido, fica determinado:

Não distribuir a Eucaristia, dentro de automóveis, e nada de Drive-Thru, para Comungar;
Não distribuir a Eucaristia fora da celebração, exceto a enfermos.

Com o intuito de evitar qualquer desconforto, iniciativas que não tiverem normativa própria, sejam evitadas ou consultem-nos previamente. Isto, aliás, vários já o fizeram e fazem, o que agradeço.

Caro Irmãos presbíteros, saúdo-os com fraterna estima. Sempre que alguém tiver alguma necessidade, por favor, faça-me saber, para lhe poder ser de ajuda – ou fale com o Vigário Geral, ou mesmo com seu Forâneo. Tenho cada um dos senhores em minhas orações. Rezo a presença de Deus para suas vidas. Deus os abençoe.E, caso um dos senhores precisar de ajuda médica, o Hospital da PUC é nosso.

Campinas, 24 de abril de 2020.

Dom João Inácio Müller, Arcebispo Metropolitano de Campinas.


Santa missa em sua casa

Neste domingo, 14 de junho, às 10h, o Padre João Passadore celebrará a santa missa sem a participação presencial da comunidade. A celebração será transmitida via Facebook da Paróquia, cujo endereço é é: https://www.facebook.com/paroquiacristoreicampinas/

Encaminhe suas intenções até 13 de junho, via Facebook, para colocarmos sobre o altar.

A messe é grande, mas pouco são os operários, por isso, Jesus nos desafia a nos unir a ele na missão. Como povo disposto a encontrar o Senhor e guardar a aliança feita com ele, celebraremos o nosso compromisso com o projeto de Deus, que deseja uma sociedade purificada dos males que desagradam a vida humana.


Carta aos paroquianos e dizimistas

 

Caríssimos Paroquianos e Dizimistas, paz e bem em Cristo Jesus!

Desejo que  você e seus familiares estejam bem e com algum ânimo enfrentando os desafios atuais.

Vivemos momentos difíceis que nos colocam diante de uma realidade não desejada e jamais pensada.  Valores, são postos em xeque, convicções, desaparecem e nossa esperança e certezas se ofuscam.

É nessa condição que rogamos a Deus e a nossa Mãe, Maria Santíssima, que nos protejam do mal e nos deem serenidade, para juntos, como Povo de Deus, passarmos por mais esta provação deste mundo. Estejamos unidos e que o Deus de toda consolação nos ampare, abençoe e console. Enquanto não podemos realizar nossas atividades religiosas; missas, casamentos, batizados etc., vamos no domingo às 10h transmitir a Santa Missa pela internet e oferecer nossas preces por todos.

Partilho também com você a preocupação que nos assola no tocante aos nossos colaboradores (funcionários) e fornecedores. Como honrar nossos compromissos financeiros, (salários, impostos…), se não estamos podendo contar com o auxílio e generosa colaboração de todos, através das coletas de missas, ofertas e dízimo?

Na certeza de que compartilha conosco tais preocupações, tomamos a liberdade de lhe enviar nossos dados bancários; se for do seu agrado poderá nos ajudar, com transferência bancária com crédito direto na conta, sem colocar em risco sua vida, conforme sua livre decisão.

Dados da paróquia para depósito e transferências

Arquidiocese de Campinas Paróquia Cristo Rei
CNPJ 44.588.960/0107-48
Banco Itaú, agência 0166, 
C/C 03663-2

Confiando a Deus este momento, rogamos para todos a proteção divina e suas bençãos,

Vosso Irmão

Pe. João Ap. Passadore
Pároco


Homilia do Papa Francisco na celebração extraordinária de oração pela pandemia da Covid-19

Nesta tarde de 27 de março de 2020, às 18 h, no Vaticano, o Santo Padre, o Papa Francisco, presidiu um momento de oração por todo o mundo.

Após a leitura do Evangelho que segue Mc, 4,35-31 proferiu a homilia como segue abaixo. Desejamos que esta meditação alimente a nossa fé e esperança e nos ajude com maior esperança suportar as dificuldades desse tempo.

Naquele dia, ao noitecer, disse ele aos seus discípulos: “Vamos atravessar para o outro lado”. Deixando a multidão, eles o levaram no barco, assim como estava. Outros barcos também o acompanhavam. Levantou-se um forte vendaval, e as ondas se lançavam sobre o barco, de forma que este foi se enchendo de água. Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: “Mestre, não te importas que morramos? Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: “Aquiete-se! Acalme-se! ” O vento se quietou, e fez-se completa bonança. Então perguntou aos seus discípulos: “Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé? ” Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: “Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?

Homilia do Papa Francisco na celebração extraordinária de oração pela pandemia da Covid-19

Ao entardecer…» (Mc 4, 35): assim começa o Evangelho, que ouvimos. Desde há semanas que parece o entardecer, parece cair a noite. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo dum silêncio ensurdecedor e um vazio desolador, que paralisa tudo à sua passagem: pressente-se no ar, nota-se nos gestos, dizem-no os olhares. Revemo-nos temerosos e perdidos. À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos, todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados «vamos perecer» (cf. 4, 38), assim também nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos. Rever-nos nesta narrativa, é fácil; difícil é entender o comportamento de Jesus.

Enquanto os discípulos naturalmente se sentem alarmados e desesperados, Ele está na popa, na parte do barco que se afunda primeiro… E que faz? Não obstante a tempestade, dorme tranquilamente, confiado no Pai (é a única vez no Evangelho que vemos Jesus a dormir). Acordam-No; mas, depois de acalmar o vento e as águas, Ele volta-Se para os discípulos em tom de censura: «Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» (4, 40).

Procuremos compreender. Em que consiste esta falta de fé dos discípulos, que se contrapõe à confiança de Jesus? Não é que deixaram de crer N’Ele, pois invocam-No; mas vejamos como O invocam: «Mestre, não Te importas que pereçamos?» (4, 38) Não Te importas: pensam que Jesus Se tenha desinteressado deles, não cuide deles.

Entre nós, nas nossas famílias, uma das coisas que mais dói é ouvirmos dizer: «Não te importas de mim». É uma frase que fere e desencadeia turbulência no coração. Terá abalado também Jesus, pois não há ninguém que se importe mais de nós do que Ele.

De facto, uma vez invocado, salva os seus discípulos desalentados. A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades.

Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade.

A tempestade põe a descoberto todos os propósitos de «empacotar» e esquecer o que alimentou a alma dos nossos povos; todas as tentativas de anestesiar com hábitos aparentemente «salvadores», incapazes de fazer apelo às nossas raízes e evocar a memória dos nossos idosos, privando-nos assim da imunidade necessária para enfrentar as adversidades.

Com a tempestade, caiu a maquilhagem dos estereótipos com que mascaramos o nosso «eu» sempre preocupado com a própria imagem; e ficou a descoberto, uma vez mais, aquela abençoada pertença comum a que não nos podemos subtrair: a pertença como irmãos. «Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?»

Nesta tarde, Senhor, a tua Palavra atinge e toca-nos a todos. Neste nosso mundo, que Tu amas mais do que nós, avançamos a toda velocidade, sentindo-nos em tudo fortes e capazes.

Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente.

Agora nós, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: «Acorda, Senhor!» «Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Senhor, lanças-nos um apelo, um apelo à fé. Esta não é tanto acreditar que Tu existes, como sobretudo vir a Ti e fiar-se de Ti.

Nesta Quaresma, ressoa o teu apelo urgente: «Convertei-vos…». «Convertei-Vos a Mim de todo o vosso coração» (Jl 2, 12). Chamas-nos a aproveitar este tempo de prova como um tempo de decisão. Não é o tempo do teu juízo, mas do nosso juízo: o tempo de decidir o que conta e o que passa, de separar o que é necessário daquilo que não o é. É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros. E podemos ver tantos companheiros de viagem exemplares, que, no medo, reagiram oferecendo a própria vida. É a força operante do Espírito derramada e plasmada em entregas corajosas e generosas. É a vida do Espírito, capaz de resgatar, valorizar e mostrar como as nossas vidas são tecidas e sustentadas por pessoas comuns (habitualmente esquecidas), que não aparecem nas manchetes dos jornais e revistas, nem nas grandes passarelas do último espetáculo, mas que hoje estão, sem dúvida, a escrever os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos – mas muitos – outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho.

Perante o sofrimento, onde se mede o verdadeiro desenvolvimento dos nossos povos, descobrimos e experimentamos a oração sacerdotal de Jesus: «Que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Quantas pessoas dia a dia exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade! Quantos pais, mães, avôs e avós, professores mostram às nossas crianças, com pequenos gestos do dia a dia, como enfrentar e atravessar uma crise, readaptando hábitos, levantando o olhar e estimulando a oração! Quantas pessoas rezam, se imolam e intercedem pelo bem de todos!

A oração e o serviço silencioso: são as nossas armas vencedoras. «Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» O início da fé é reconhecer-se necessitado de salvação.

Não somos autossuficientes, sozinhos afundamos: precisamos do Senhor como os antigos navegadores das estrelas.

Convidemos Jesus a subir para o barco da nossa vida. Confiemos-Lhe os nossos medos, para que Ele os vença.

Com Ele a bordo, experimentaremos – como os discípulos – que não há naufrágio. Porque esta é a força de Deus: fazer resultar em bem tudo o que nos acontece, mesmo as coisas más. Ele serena as nossas tempestades, porque, com Deus, a vida nunca morre. O Senhor interpela-nos e, no meio da nossa tempestade, convida-nos a despertar e ativar a solidariedade e a esperança, capazes de dar solidez, apoio e significado a estas horas em que tudo parece naufragar.

O Senhor desperta, para acordar e reanimar a nossa fé pascal. Temos uma âncora: na sua cruz, fomos salvos. Temos um leme: na sua cruz, fomos resgatados. Temos uma esperança: na sua cruz, fomos curados e abraçados, para que nada e ninguém nos separe do seu amor redentor.

No meio deste isolamento que nos faz padecer a limitação de afetos e encontros e experimentar a falta de tantas coisas, ouçamos mais uma vez o anúncio que nos salva: Ele ressuscitou e vive ao nosso lado. Da sua cruz, o Senhor desafia-nos a encontrar a vida que nos espera, a olhar para aqueles que nos reclamam, a reforçar, reconhecer e incentivar a graça que mora em nós. Não apaguemos a mecha que ainda fumega (cf. Is 42, 3), que nunca adoece, e deixemos que reacenda a esperança.

Abraçar a sua cruz significa encontrar a coragem de abraçar todas as contrariedades da hora atual, abandonando por um momento a nossa ânsia de omnipotência e possessão, para dar espaço à criatividade que só o Espírito é capaz de suscitar. Significa encontrar a coragem de abrir espaços onde todos possam sentir-se chamados e permitir novas formas de hospitalidade, de fraternidade e de solidariedade.

Na sua cruz, fomos salvos para acolher a esperança e deixar que seja ela a fortalecer e sustentar todas as medidas e estradas que nos possam ajudar a salvaguardar-nos e a salvaguardar.

Abraçar o Senhor, para abraçar a esperança. Aqui está a força da fé, que liberta do medo e dá esperança. «Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?»

Queridos irmãos e irmãs, deste lugar que atesta a fé rochosa de Pedro, gostaria nesta tarde de vos confiar a todos ao Senhor, pela intercessão de Nossa Senhora, saúde do seu povo, estrela do mar em tempestade.

Desta colunata que abraça Roma e o mundo desça sobre vós, como um abraço consolador, a bênção de Deus.

Senhor, abençoa o mundo, dá saúde aos corpos e conforto aos corações!

Pedes-nos para não ter medo; a nossa fé, porém, é fraca e sentimo-nos temerosos. Mas Tu, Senhor, não nos deixes à mercê da tempestade. Continua a repetir-nos: «Não tenhais medo!» (Mt 14, 27). E nós, juntamente com Pedro, «confiamos-Te todas as nossas preocupações, porque Tu tens cuidado de nós» (cf. 1 Ped 5, 7).

Vaticano, 27 de março de 2020

Papa Francisco

Com nossas orações e bençãos, Pe. Passadore


Corona vírus

Por decreto da prefeitura de Campinas, todos os eventos, de toda ordem, com aglomerações, estão suspensos. Assim, enquanto esse decreto estiver vigente, não haverá missa ou qualquer outra atividade religiosa na Paróquia Cristo Rei, a partir de 14 de março.

Agradecemos a todos pela compreensão.


Quaresma e Semana Santa

 

Dia 23 de março acontece o primeiro encontro de Formação e Espiritualidade de 2020 na Paróquia Cristo Rei.

Com o tema Quaresma e Semana Santa, o padre João Passadore irá aprofundar nos conteúdos de cada momento celebrativo da Quaresma e da Páscoa de Jesus.

Com esse encontro, será possível compreender melhor para celebrar melhor a Páscoa de Jesus!

Venha participar.

Encontro de formação e espiritualidade
Quaresma e Semana Santa
23 de março, às 20h
Salão paroquial


Buscar a vida em Jesus

Venha participar dos encontros do Grupo de Orações Cristo Rei que acontecem na Paróquia Cristo Rei, em Campinas. Para 2020, estão programados encontros às 20h, nas seguintes datas:

4, e 18  de fevereiro

3, 17 e 31 de março

14 e 28 de abril

12 e 26 de maio

9 e 23 de junho

7 e 21 de julho

4 de agosto

1 e 15 de setembro

13 e 27 de outubro

3 e 10 de novembro

17 de novembro – Início da Solenidade de Cristo Rei com Vigília Eucarística

24 de novembro – 1º Encontro para a preparação do Natal

1 de dezembro – 2º Encontro para a preparação do Natal

8 de dezembro – 3º Encontro para a preparação do Natal

“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” Mt 18,20

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo